Beatriz
Pessoa

Espontaneidade e uma leve excentricidade são características intrínsecas da sonoridade de Beatriz Pessoa. Com letras divertidas que ficam coladas ao nosso ouvido e a mistura entre o pop e o jazz, vertente musical em que se formou, Beatriz Pessoa traz uma lufada de ar fresco para o panorama da música nacional. 

Aos 20 anos lança o seu primeiro EP, “Insects”, seguido de “II”, onde mostra a sua potencialidade enquanto artista versátil e sem medo de explorar o desconhecido. Em 2020 lança “Primaveras”, o seu primeiro LP, atravessando o Atlântico para fomentar as suas ligações com a música brasileira, a bossa nova e o mpb. 

Os grandes palcos do país já lhe são familiares: NOS ALIVE, EDP CoolJazz e MEO Marés Vivas são apenas alguns onde atuou. Em 2023 lança “Prazer Prazer”, um álbum produzido por Marcelo Camelo, músico, compositor e orquestrador, cuja obra discográfica foi bem recebida pela imprensa e crítica nacionais e internacionais.

Os planos futuros começam a desdobrar-se no lançamento do seu novo álbum "Muito Mais", com os singles como “Pó de Palco”, “ A Pique C’est Chique”, “9.99" e "Ai Quem Me Dera", que iniciam uma nova jornada na carreira de Beatriz Pessoa e a consolidam como uma das artistas mais polivalentes da atualidade.



Bruno Berle

Como voz essencial da MPB contemporânea, Bruno Berle anuncia o seu terceiro álbum de estúdio: 'Sem Fronteiras'. Gravado entre várias cidades da Europa e na sua cidade natal, Maceió, o disco começa agora a desvendar-se com 'Manhã' como primeiro single.



Capitão
Fausto

Os Capitão Fausto são cinco amigos que começaram a tocar juntos em adolescentes. Quatro albums de estúdio, dois albums ao vivo, um filme-concerto e dez anos de aventuras depois, continuam juntos: agora como velhas carcaças.

A Banda é criada em 2009 por Tomás Wallenstein, Domingos Coimbra, Manuel Palha, Salvador Seabra e Francisco Ferreira.

Os Capitão Fausto editam, entre 2011 e 2024, cinco Álbuns de estúdio. “Gazela” é a estreia e chega aos escaparates em 2011. “Pesar O Sol” – o seu trabalho mais experimental – é editado em 2014. Com “Capitão Fausto Têm Os Dias Contados”, de 2016, são aclamados pelo público e arrebatam a crítica. O sucessor é “A Invenção do Dia Claro” editado em 2019 e que inclui canções como “Amor A Nossa Vida” e “Boa Memória” (da cidade de São Paulo, onde foi gravado).

O novo Álbum “Subida Infinita” é editado em Março de 2024, pela editora Cuca Monga.

É o quinto registo de estúdio dos Capitão Fausto, que o descrevem como fruto de anos muito intensos, de fins e princípios, de morte e vida, de procura e encontro. É também o último Álbum a contar com a participação de Francisco Ferreira, que deixou de integrar a Banda no início de 2024.

Mais de uma década depois do seu Álbum de estreia, a Banda continua o seu percurso, numa constante reinvenção que vai progressivamente substituindo a massa enérgica e irrefletida que ouvimos em “Gazela” por elementos cada vez mais pontuais e melódicos, que aguardam a sua vez até despontarem envoltos num som assertivo e agora ponderado.

Os Capitão Fausto vão continuar em Digressão para apresentar “Subida Infinita” em concerto, até ao final de 2025.







IBSXJAUR
IBSXJAUR nasce do cruzamento entre JAUR (cantautora pop) e INFRABASSESATURE (produtor de música eletrónica). A dupla representa a pista de dança noturna underground, fundindo techno e drum and bass com uma pop crua, melódica e destemida. O projeto nasceu de um encontro improvável num jardim de Paris, durante uma free party interrompida pela polícia. Esse momento deu origem a uma primeira colaboração em 2022, com IBS a participar no projeto a solo de JAUR, tornando-se no ponto de partida para a criação oficial de IBSXJAUR. 

Como uma tempestade repentina, IBSXJAUR surgem sem aviso na cena emergente, mas impõem-se com um impacto estrondoso. Após várias atuações eletrizantes (Festival Emergente, Sobe à Vila no Vodafone Paredes de Coura, Festival TiMilha, Festival Som Riscado, entre outros) o duo captou rapidamente a atenção do circuito underground e dos melómanos mais ávidos por novidades. Depois de 3 EP’s já editados, lançaram o seu primeiro longa duração  – SANITY -, no final de 2025. Um disco que explora a fusão entre drum and bass, techno e hyperpop. Uma edição com a assinatura da editora Cuca Monga. 

O álbum explora as complexidades da saúde mental, entre desafios pessoais e pressões sociais. Com ritmos intensos e frenéticos, reflete a sensação de stress e impotência perante a velocidade do mundo moderno. Aborda temas como a ansiedade, a depressão e a criação de um alter ego, tratando assuntos frequentemente considerados tabu. Apesar do tom sombrio, “SANITY” equilibra a sua narrativa através de uma abordagem burlesca, que suaviza o discurso e oferece uma perspetiva mais lúcida e acessível.

Com uma sonoridade marcada por sintetizadores agressivos, baixos densos e vozes melodiosas, o projeto afirma uma identidade sonora e visual única, inspirada pela cultura das free parties, pela ética DIY e pelo contraste criativo entre os dois membros do grupo.

Inspirado por artistas como The Prodigy, Paramore e SOPHIE, “SANITY” é um álbum de 12 faixas que transpira as angústias de uma nova geração, que cresceu num mundo digitalizado e em constante ebulição. Expressa uma inquietação urgente — a de uma juventude confrontada com problemáticas profundamente geracionais.

“IBSXJAUR mostraram que não estão apenas a criar música, estão a esculpir experiências, a transformar eletrónica em energia pura, e a transformar (cada espetáculo) num espaço de conexão, introspeção e libertação. (…) O duo é uma das forças mais fascinantes da nova eletrónica portuguesa, intensa, próxima e absolutamente inesquecível” (Vox Pop MusicZine 2025)



Leonor
Arnaut

Leonor Arnaut é cantora, compositora e performer. A sua voz cruza o etéreo com o visceral, movendo-se entre o dream pop e um imaginário de contrastes - orgânico e eletrónico, estrutura e liberdade. Integrante de projetos como Fumo Ninja ou Chão Maior, Leonor tem construído um percurso plural, sempre guiado pela curiosidade e pela reinvenção. Estreia-se agora a solo com a sua nova música “Vida Cega”, que marca o início de uma nova etapa: mais íntima, mais ousada e mais própria.



Manel Cruz
Ornatos Violeta, Foge Foge Bandido, Pluto e Supernada são projetos que marcaram as últimas décadas da música portuguesa e que têm em comum o toque de génio de Manel Cruz. Nome incontornável e figura carismática que, desde os anos noventa, se tem afirmado como uma personalidade de culto no rock português, conquistando a sua legião de fãs com centenas de concertos e um currículo musical sublime.

Manel Cruz está de volta aos palcos e prepara a chegada de novas canções em nome próprio. Assistir a um concerto de Manel Cruz é poder cantar a plenos pulmões as suas letras icónicas, num espectáculo que terá tanto de emocionante como de irreverente.

“Este não é um concerto para apresentar músicas novas, não querendo dizer que não haja. Não é um concerto para revisitar músicas antigas, não querendo dizer que não aconteça. É sim sobretudo, um concerto que tem como finalidade, conseguir um espaço em que todas as canções se apresentem da forma mais crua e despida possível, privilegiando, através da fragilidade, o seu lado mais intimista.

Comecei a tocar a solo não há muitos anos. Não planeei propriamente, digamos que comecei por "fazer uma perninha", respondendo a convites esporádicos, para mim o prazer de tocar estava ancorado à partilha do palco. Com o passar do tempo acho que aprendi a gostar de estar lá, por si só, ou por mim só, enfrentando certos medos que surgem quando nos levamos demasiado a sério. É um palco, uma pessoa, dando algo de si a quem está interessado em recebê-lo. Uma proposta de viagem a cada e em cada um dos presentes. Pude aperceber-me da importância da equipa que me acompanha e monta comigo esse momento. Aí reside o meu maior gozo, a par de o ver reflectido no público. E ciclicamente fazemos uma residência artística para introduzir novos desafios ao espetáculo. E é isso que vamos fazer em 2025, da tour "cru" partiremos para um novo tempero, não sabemos o que será, talvez em 2026 o saibamos em retrospectiva.
Uma coisa sabemos, terá a ver com som, luz e poesia.”

Manel Cruz








Manu Julian
Manu Julian é vocalista, compositora, artista visual e ilustradora. Sua trajetória musical teve início na infância, ao integrar o projeto Pequeno Cidadão. Além de seu trabalho solo, atua também nas bandas Fernê e Pelados (selo RISCO). Ao longo de sua carreira colaborou com artistas como Besouro Mulher, Gui Amabis, Varanda, Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, YMA e Adrian Younge, além de registrar faixas para trilhas sonoras de longa-metragens, séries televisivas e campanhas publicitárias. Desenvolveu sua pesquisa poética centrada no desenho como linguagem de comunicação e experiência no mundo. Sua produção aborda afetividade, cotidiano, símbolos da rotina, desenho de observação, escrita e a elaboração de universos particulares. Essa prática se expande para trabalhos como ilustrações, projetos gráficos de discos em vinil, cartazes e materiais para shows, capas de livros e álbuns, identidades visuais e projetos editoriais, além de tirinhas e histórias em quadrinhos. Desde 2023 roda com o espetáculo “Sentimental”, seu primeiro trabalho solo autoral. Este show é o desdobramento do disco que está em fase de produção e tem previsão para sair até o meio do ano de 2026. As canções falam sobre os hábitos que mantemos, sobre gostar de alguém ou não gostar, sobre estar cansado, sobre querer ficar junto ou ficar sozinho, sobre ser sensível, sobre chorar no banho, sobre algo que machuca ou que emociona muito mas que vai ser esquecido, sobre ver sentido no que vem de dentro, do que faz parte de todos os dias e que normalmente pode passar batido. É sobre isso que é ser sentimental: estar sempre se descobrindo ao longo do cotidiano, de ver beleza nos detalhes do dia a dia e deixar ser levado e afetado intensamente por tudo que é banal.








Miguel
Marôco

Formado no Conservatório Nacional, é algures em 2017 que começa a escrever canções mas é apenas em 2021 que as dá a conhecer ao mundo, primeiro na 55a edição do Festival da Canção e logo depois no seu primeiro disco - Marôco. Nisto, começa lentamente a espalhar a sua reputação, por entre o circuito de bares e salas de concertos lisboetas, como um dos novos talentos virtuosos da música independente; e vem a desaguar no seio artístico da editora Cuca Monga, com a qual edita, depois, o seu segundo disco - A Eternidade.

Forma, então, uma banda de elite para apresentar este trabalho ao país, em concertos imprevisíveis e de alta energia improvisatória, mesclando o cancioneiro português ao jazz de fusão.

Paralelamente, colabora com artistas como Mimi Froes, Pedro Branco, Bruno Pernadas, entre outros, e integra a formação ao vivo de artistas como Francisco Fontes, Ana Mariano, Rapaz Ego e Capitão Fausto.

Para 2025 e 2026, guarda o lançamento do seu terceiro disco - Desgraça - um trabalho autobiográfico, com liberdade imaginativa, que alia as canções de influência jazzística à eficácia e precisão da Pop.





Marquise
Formado no Conservatório Nacional, é algures em 2017 que começa a escrever canções mas é apenas em 2021 que as dá a conhecer ao mundo, primeiro na 55a edição do Festival da Canção e logo depois no seu primeiro disco - Marôco. Nisto, começa lentamente a espalhar a sua reputação, por entre o circuito de bares e salas de concertos lisboetas, como um dos novos talentos virtuosos da música independente; e vem a desaguar no seio artístico da editora Cuca Monga, com a qual edita, depois, o seu segundo disco - A Eternidade.

Forma, então, uma banda de elite para apresentar este trabalho ao país, em concertos imprevisíveis e de alta energia improvisatória, mesclando o cancioneiro português ao jazz de fusão.

Paralelamente, colabora com artistas como Mimi Froes, Pedro Branco, Bruno Pernadas, entre outros, e integra a formação ao vivo de artistas como Francisco Fontes, Ana Mariano, Rapaz Ego e Capitão Fausto.

Para 2025 e 2026, guarda o lançamento do seu terceiro disco - Desgraça - um trabalho autobiográfico, com liberdade imaginativa, que alia as canções de influência jazzística à eficácia e precisão da Pop.





Rapaz Ego
Rapaz Ego nasceu em 2017, nesse mesmo ano edita o seu primeiro EP, “Gente a Mais”. Em 2020, um novo EP de música latina é deliciosamente concebido com o título “Rapaz Ego Canta Durante la Siesta”. Em 2021, apresenta o seu primeiro longa- duração, “Vida Dupla”, onde comprova o seu domínio do prog-rock e indie pop.

Agora, em 2025, Rapaz Ego anuncia o novo álbum “Fazer as Pazes” e avança com “Tão Perto”, a sua canção mais autobiográfica até à data. Fazer as Pazes promete ser o disco mais pop, mas também o mais experimental da carreira. Com uma super banda a seu lado — integrando João Borsch na bateria, Miguel Maroco nas teclas, Gonçalo Bicudo no baixo e Rodrigo Sousa nas percussões e teclas — o rastilho está aceso para um ano que será, sem dúvida, de emancipação.